As lições do velho mundo

O que para muitos construtores brasileiros ainda é um sonho de consumo, para outros países, o futuro já é realidade. A missão técnica organizada pela Comunidade da Construção entre os dias 1° e 8 de maio deste ano foi além do seu objetivo de proporcionar intercâmbio de informações com  Alemanha e Áustria. Entre os viajantes estavam os goianos Naldo Mundim Filho, da Sotelgo Construtora, e Handel Martins, da Harsil Construtora.

Um dos pontos auges da missão foi a visita a algumas obras em andamento lideradas pela Doka, empresa austríaca, sediada em Amstetten, produtora internacional de pré-fabricados de cofragem, as populares fôrmas. “No momento da fabricação das fôrmas, toda parte hidráulica, elétrica, telefônica já estão previstas e vão ser executadas em uma única etapa”, relata Handel ao explicar que, para a construção do Túnel da saída de Autobhan, na Áustria, que levará seis meses para ficar pronta, foram necessários mais de dois anos de planejamento.

Enganam-se os que acreditam que esse padrão de construção é inflexível. As fôrmas da Doka podem se adaptar a qualquer projeto, o que eleva o tempo de utilização dos pré-fabricados, além de ser um ganho na hora de cobrir os custos de produção.

Em lugares que mão-de-obra qualificada é extremamente cara, a solução foi investir numa alta tecnologia que substituísse a força humana nos grandes empreendimentos e, concomitantemente, garantisse a credibilidade final. E deu certo.

Naldo e Handel se depararam com uma realidade um pouco diferente da vivida nos canteiros de obras brasileiros. As dificuldades que o mercado daqui impõe ao construtor não são, contudo, empecilhos para que as edificações brasileiras percam para as de lá nos quesitos qualidade e durabilidade. Na bagagem, eles trazem a certeza de que planejar continua sendo o melhor caminho para evitar improvisações e imprevistos na hora de colocar um projeto em prática.

O planejamento, um dos diferenciais da HSI Incorporadora, será aprimorado ainda mais depois da viagem ao Velho Mundo. “Teremos uma empresa que fará o gerenciamento de projetos de todos os profissionais e os reunirão em um único. Com isso, todas as ações serão coordenadas para acontecerem juntas, como o hidráulico, o elétrico e o estrutural”, adianta Handel.

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